sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

O Nascimento de Jesus

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Matéria Jornal Nacional - IPB 150 anos

UM SÉCULO E MEIO DE BÊNÇÃOS

Publicado no boletim nº 2460 de 16 de agosto de 2009

Nesta semana, tivemos um dia de festa. Dia de comemorarmos um aniversário muito especial. Afinal de contas, 12 de Agosto é o dia do presbiterianismo nacional. Tempo de nos relembrarmos do 12 de Agosto de 1859, quando o Rev. Ashbell Green Simonton chegou ao Brasil. Nesta semana, a Igreja Presbiteriana do Brasil comemorou seus 150 anos de vida.
Contam-se nos dedos as instituições nacionais que têm um século e meio de existência: nossa Igreja está entre elas. A Igreja Presbiteriana inscreve-se num grupo seleto de organizações que moldaram a história de nosso país. Por conta disto, ao completar 100 anos, em 1959, o então presidente Juscelino Kubitschek fez questão de honrá-la no culto de gratidão a Deus. Da mesma maneira, na última quarta-feira, na mesma Catedral do Rio de Janeiro, o presidente Lula uniu-se ao povo presbiteriano para celebrar os seus 150 anos de história.
A primeira tentativa de trazer a fé reformada ao Brasil aconteceu no século XVI. Entre os anos de 1555 e 1567, os franceses implantaram uma colônia no Rio de Janeiro (chamada França Antártica). A pedido de Villegaignon – líder da comitiva francesa, vieram 12 pastores presbiterianos (enviados pelo próprio João Calvino). No entanto, a perseguição religiosa fez com que estes homens de Deus fossem mortos.
A segunda tentativa de implantar o presbiterianismo em solo brasileiro deu-se no séc. XVII. Os holandeses organizaram, entre 1630 e 1654, uma colônia no Nordeste do Brasil. A Igreja Presbiteriana (também chamada de Reformada) cresceu tanto que chegou a ser organizado o primeiro Sínodo Reformado na América, em 1635. No entanto, os holandeses foram expulsos pelos portugueses em 1654 e a fé católica voltou a ser a única expressão do cristianismo no Brasil.
Deus, entretanto, tinha um plano preparado para nosso país. A terceira tentativa de implantar o presbiterianismo foi bem sucedida. Depois da chegada de Simonton, em 1859, outros missionários norte-americanos vieram e semearam a Igreja por todos os cantos. O resultado disto podemos ver hoje: cerca de um milhão de presbiterianos espalhados em todos os Estados do Brasil.
Nós fazemos parte desta história! Por isso, unimos nossas vozes em ação de graças a Deus pela vida de Simonton e pelos 150 anos da Igreja Presbiteriana do Brasil, pedindo a Ele que nos dê forças para continuar a sublime tarefa de anunciar o Reino de Deus e construir Sua santa Igreja.


Rev. Christian Bitencourt

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Video EBF - 2009




Escola Bíblica de Férias - 2009

REALITY, XÔ!

O Que Fizeram Com a Nossa Realidade!

Já é de longe que um tipo de programação tem sido muito utilizado pelas emissoras brasileiras, são os conhecidos reality shows. Essa programação prende a atenção de muitos brasileiros, uma realidade de um determinado grupo, que em certo lugar de acordo com a proposta do programa encenam, vivem, dramatizam sua própria realidade, em busca do prêmio. Famosos anônimos, anônimos que se tornam famosos, todos querem ter e ser o destaque e ganhar o foco das atenções e preferência do público.

Porém há um grupo maior que na vida real ver tudo passar sob seu olhar atento e “espia” cada passo, cada palavra dita. A realidade aqui fora é outra; tragédias, perdas de vidas pelo ar, mar e terra, dúvidas, tristezas, incertezas e luto. Brasília vive sua realidade nua e crua de mais escândalos, buscam-se como sempre, os culpados. Reacende a briga entre os partidos, governo e oposição travam uma luta sem fim. Mais uma vez Brasília que costuma dar um show de escândalos não foge ao script. Os líderes, diretores, chefes tanto de Brasília como dos reality’s fazem aliança, unem forças, para se manter no poder, na verdade todos querem ganhar. E nós?!

Nós, só perdemos, perdemos oportunidades de programações educativas, instrutivas, de bom nível em nossas emissoras. Perdemos ainda mais, quando não se acham culpados dos desvios das verbas públicas, (aliás dinheiro nosso). O que estão fazendo com nossa realidade, parece que nós estamos sonhando ou desejaríamos está fora de tudo isso. Mas é a nossa realidade, onde não encenação, não há troca de papéis, todos somos atores da nossa própria história.

Tanto a realidade de Brasília, quanto os caros e badalados reality shows já deveriam ter saído de cena. Tal programação, tal acontecimento publico, político-partidária anestesia o grande público.
Não visualizamos vencedores, apenas uma geração de expectadores de uma realidade fora do normal.

Escrito pelo pr. Ademir Sales

quarta-feira, 15 de julho de 2009

500 anos de João Calvino

Publicado no boletim nº 2455 de 12 de julho de 2009


Nem todas as pessoas são lembradas depois de cinco anos de ausência. Poucas são as que permanecem na memória cinquenta anos após a sua partida. Menos ainda aquelas cuja lembrança alcança um século. Raríssimos aqueles homens e mulheres que, por sua importância eterna, estarão presentes para sempre na história da humanidade. Um destes personagens é João Calvino.

Nascido em 10 de julho de 1509, Calvino era mais um inteligente jovem de sua época. Tempo de novidades, ventos de mudança. A Europa do início do século XVI era um turbilhão de novas idéias. Antigos dogmas científicos eram questionados, uma nova visão de mundo era erigida, a arte renascentista recuperava o humanismo clássico, e uma classe social emergente era o retrato desta nova forma de se constituir no mundo: a burguesia. É em meio a esta nova e revolucionária burguesia que Calvino encontraria o ambiente no qual transitaria por toda a sua vida.

Aos vinte e poucos anos, o francês João Calvino passa de um brilhante acadêmico a um religioso piedoso. Sua conversão, e o contato com as perigosas idéias que contrariavam o catolicismo de então, o levam a ser expulso da França. No ano seguinte, 1536, sob influência de Guilherme Farel, inicia um projeto que revolucionaria todo o mundo: a Reforma de Genebra.

Calvino foi um visionário. Sua nova visão de mundo não suportava mais os antigos modelos de sociedade medieval. Assim, no período em que foi a voz mais influente na cidade, até sua morte em 1564, Genebra se tornou o modelo do novo mundo. Instituições bancárias sólidas, educação pública universal e de qualidade, valores morais radicais, justiça com amplo direito de defesa, sistema democrático e representativo de governo. O padrão da Genebra de Calvino acabou se espalhando por todo mundo, tornando-se uma prévia da atual sociedade ocidental.

Calvino foi um professor. Seu profundo conhecimento da Escritura Sagrada e da teologia espantam seus estudiosos até hoje. Apesar de ter começado seu trabalho de Reforma vinte anos após Martinho Lutero, os escritos de Calvino (em especial, suas Institutas da Religião Cristã) causaram um impacto ainda mais profundo que a obra do reformador alemão. Seus livros, comentários bíblicos, cartas e sermões têm influenciado várias gerações de cristãos nos últimos quatro séculos e meio. Seu interesse pela educação levou à criação da Universidade de Genebra (1559). Mais tarde, cristãos calvinistas fundariam escolas de respeito por todo o mundo, como as norte-americanas Universidades de Harvard e de Princeton, além da brasileira Universidade Mackenzie.

Calvino foi um pastor. A atividade que mais lhe dava prazer era pregar o Evangelho às suas ovelhas. Em sua rotina normal, pregava pelo menos dois sermões por dia, todos os dias da semana. Por meio de suas cartas, pastoreava milhares de cristãos protestantes em toda a Europa. Sua liderança pastoral deu a direção inicial aos reformados suíços, aos presbiterianos escoceses e aos huguenotes franceses. Era rígido na disciplina, chegando a impedir que libertinos participassem da Comunhão. Mas era um incansável mestre do perdão que há na cruz de Cristo.

Calvino foi um ser humano. Suas falhas eram tão notórias quanto suas qualidades. Seu padrão de disciplina muitas vezes passava perto de uma rigidez autoritária. Talvez por isso, apesar de ser um poeta capaz de textos de rara beleza, Calvino tenha recebido a fama de ranzinza. Não foi revolucionário o suficiente para ser contra a pena de morte para a heresia, e sua biografia acabou manchada para sempre por ter dado a chancela à condenação do espanhol Miguel de Servetus. João Calvino foi um homem de seu tempo, quando tantas pessoas acabaram morrendo por seu pensamento divergente.

Calvino foi um santo homem de Deus. Sua vida de oração e sua ardente devoção ao Deus, Todo-Poderoso e Soberano, nos comovem ainda hoje. Todos os dias de sua vida são uma constante lembrança de que o homem nada merece, e toda glória deve ser dada apenas a Deus. Soli Deo Gloria. Sob sua orientação, o local de sua sepultura não foi divulgado, para que não se organizassem romarias que desvirtuassem o objeto da verdadeira adoração: Deus. Os seus firmes passos no relacionamento com Deus implantaram uma marca indelével que se percebe nos mais de cem milhões de cristãos reformados (sem contar os outros milhões de batistas calvinistas) que se espalham pelo mundo.

Nós nos regozijamos pelos 500 anos do nascimento de João Calvino. Celebramos a Deus a alegria de sermos herdeiros deste marcante cristão. E pedimos, humildes, ao nosso Pai amado, que vivamos uma vida, no cumprimento de nossa missão, que honre a memória deste santo homem de Deus.

Rev. Christian Bitencourt

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Firmes na Fé

Publicado no boletim nº 2452 de 28 de junho de 2009

1 Pe 1. 3-5

"Bendito seja o Deus e Pai... de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós, que mediante a fé estais firmes na virtude de Deus para a salvação, já prestes para se revelar no último tempo"

A grande dificuldade na vida do crente é manter-se firme na fé quando surgem as provações da vida. Dos problemas, a conseqüência imediata é o questionamento da fé. Se olharmos com carinho o texto em epígrafe, podemos constatar que é possível sim dizer que estamos firmes na fé.Mesmo em meio aos problemas da vida.

Vimos que o texto de 1 Pe 1.3-9 trata de um ensino precioso sobre como a salvação em Cristo é suficiente para nos manter firmes em meio aos sofrimentos da vida e, além disso, transforma radicalmente a perspectiva do sofrimento em exultação e “alegria indizível e cheia de glória”.

Devemos louvar a Deus sempre, mesmo em meio às tribulações (v.3), pois na sua muita misericórdia ele operou a obra maravilhosa sobre todos os seus. No passado, morreu na cruz e possibilitou nosso novo nascimento. Lembrar que fomos regenerados pelo grandioso amor de Deus, nos tornam tão fortes e amados, a ponto de enfrentarmos (com alegria) quaisquer que sejam as dificuldades e desafios.

A sua misericórdia opera ainda no presente, pois graciosamente ele nos concede a viva esperança, fundamentada na ressurreição de Cristo. Ora, se é uma esperança calcada na ressurreição, então é uma esperança justamente para trazer vida em situações de morte. Quando não há mais o que fazer, vivencia-se a esperança. A vida do servo de Cristo é uma vida que jamais desiste de receber a bênção do Pai amoroso. O servo sempre dirá: “esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvira” (Mq 7.7)

Mas as dádivas da muita misericórdia do Senhor, além de operar no nosso passado e de renovar a esperança no presente, ainda nos garante uma conseqüência ainda mais grandiosa no futuro. Trata-se da herança dos santos (v.4), que são as incontáveis bênçãos guardadas no céu para todos os seus filhos. Lembremos-nos que esta herança “não perde o valor e não pode se estragar nem ser destruída” (BLH)

Permaneçamos firmes na fé em Cristo e na sua Salvação. Pois ela opera no passado, presente e futuro, e assim estamos eternamente cuidados e guardados pelo Senhor.

Com carinho, Pr Marcelo

terça-feira, 16 de junho de 2009

Andar Com Deus

Publicado no boletim nº 2451 de 14 de junho de 2009

Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si.
Gênesis 5.24


A Escritura sempre traz a idéia da vida de comunhão com Deus, se referindo em andar com Deus; e o não andar obviamente, está longe de uma vida de comunhão com Deus. Isso é bem mais exposto no livro dos Reis e Crônicas sobre os monarcas: ele andou nos caminhos de seu pai, ele não andou no caminho de seu pai.

Faltam-nos palavras para mensurar o que significa andar com Deus. Andar com Deus é trilhar no caminho estabelecido pelo próprio Deus. É bem visível quando os israelitas são guiados na saída do Egito pela nuvem durante o dia e pela coluna de fogo durante a noite. Ou seja, Deus vai à frente de seu povo dando a direção de como andar nos seus preceitos. Faze-me, SENHOR, conhecer os teus caminhos, ensina-me as tuas veredas. SL 25.4

O que seria então andar com Deus?! Andar com Deus é andar sim, na contramão do mundo. De um mundo contrário a Deus. Que foge de valores corretos e que aplaude, elogia e até dignifica atitudes erradas e faz questão de ditar como certas. Andar com Deus é mais do que um exercício. É uma escolha diária de um padrão de vida justo e fiel a Senhor Deus.

A vida de Enoque nos traz duas lições importantes: Deus o moveu a caminhar na retidão mesmo em meio a uma geração corrompida, vemos isso que logo depois, o livro de Gênesis relata o dilúvio como um evento para frear tamanha maldade no gênero humano; a outra lição é que Enoque perseverou no caminhar com Deus. É uma atitude passiva de ser conduzido por Deus e ativa de continuar mesmo quando tudo parece contrário aos nossos propósitos dirigidos por Deus. Às vezes a passividade de muitos cristãos é vista no comodismo de uma vida longe de Deus, longe dos seus caminhos. E esperam ativamente que seus desejos e orações sejam por Deus supridos. Enoque é um exemplo de uma vida reluzente, mesmo num mundo em trevas. O homem de exemplo raro, foi ao céu sem passar pela morte. É citado na galeria da fé em Hebreus 11, “obteve testemunho de haver agradado a Deus”.
Pois o SENHOR conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá.
SL 1.6

Diante disso, no cabe seguinte reflexão temos andado de forma que agrada a Deus? Se a resposta foi afirmativa devemos continuar. Caso a resposta seja menos enfática, é hora de se repensar onde temos andado e retornar a caminho da verdade e da vida.

Soli Deo Gloria
Rev. Ademir Sales

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Capelão fala sobre tragédia do 447


Reverendo Marcelo Coelho, 1º Capelão Evangélico da Aeronáutica em São Paulo fala em entrevista sobre a tragédia do voô 447.



Pastor que acompanhou outros desastres aéreos fala ao Portal Creio




Por: Robson Morais
Redação Creio


“Tenho aprendido a ficar em silêncio”, com esta afirmação o tenente da Aeronáutica, pastor Marcelo Coelho, falou da tragédia ocorrida no último domingo, dia 31, com avião da Air Bus 447. 228 pessoas estavam no voo que saiu do Rio para a França e sumiu no litoral. As causas ainda não foram explicadas.

Coelho acompanhou as famílias das vítimas do voo jj 3054 da TAM, que derrapou em São Paulo em 2008 matando 128 pessoas. O Creio conversou com exclusividade com o capelão que é pastor da Igreja Presbiteriana em São Paulo.

No acidente com o voo 447, Coelho afirma não ter se envolvido diretamente por estar em São Paulo, mas que existem grupos de oração nas áreas específicas do Recife, Rio de Janeiro e Fernando de Noronha. “Esta é uma característica do evangélico brasileiro e tenho a notado em todos os trabalhos de enfrentamento e crises por onde passo” conta.

O capelão analisou o momento como ‘de total perplexidade’. “Em momentos como este, nos sentimos incapazes, frágeis e totalmente dependentes do cuidado e amparo divinos”. O pastor finalizou a entrevista com aconselhamento: “O consolo e amparo em momentos não funcionam com palavras, por mais belas e verdadeiras que possam ser. O ser humano, em geral não tem sensibilidade espiritual para ouvir a palavra de Deus, talvez perguntar se aceita um copo de água ou qualquer outro serviço costuma falar mais. O caminho é agir com as mãos e com o coração” concluiu.





Data: 4/6/2009 09:14

Quem é santo?

Publicado no boletim nº 2450 de 07 de junho de 2009

O que é um santo, na sua opinião? Um país de profundas tradições católico-romanas como o nosso Brasil tem ouvido falar sobre santos há, pelo menos, quinhentos anos. Algumas pessoas têm, inclusive, seus santos preferidos. Santos casamenteiros, santos de causas impossíveis, santos de classes profissionais. O panteão de santos é imenso (com direito, agora, a santos brasileiros). Mas, afinal de contas, quem é santo de verdade?

A palavra santo tem origem na tradição judaica, passando, depois, por uma releitura efetuada pela comunidade cristã. Em ambos os casos, o termo santo tem um sentido claro: separado. Santo é aquele que é separado por Deus. Há, nesta expressão, um aspecto negativo e um afirmativo: santo é alguém separado de alguma coisa e separado para alguma coisa.

O primeiro aspecto da santidade é a luta contra o pecado. Santo é aquele que é separado do pecado. E o que é pecado? Segundo um antigo catecismo do século XVII, pecado é toda falta de conformidade com a Lei de Deus. Sempre que fazemos algo que desagrada a Deus, nós pecamos. Ele revela a Sua vontade a nós por meio da Bíblia. Lá encontramos todos os elementos da Lei de Deus, que foi dada para que tivéssemos vida. Se nos desviamos desta Lei, nós pecamos. Se vivemos de acordo com esta vontade divina, nós nos santificamos.

O segundo aspecto da santidade é a vida de serviço. Santo é aquele que é separado para realizar a vontade de Deus. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Reino de Deus não é feito de proibições. Não se trata simplesmente de "não faça isto", "não vá àquele lugar", "não coma isto" ou "não beba aquilo". O Reino de Deus é feito de ações positivas, de uma nova atitude diante da vida. O Reino é a vivência de novos valores como paz, alegria, justiça e amor. Quando experimentamos estes valores em nossas vidas, nós servimos ao Senhor. E quando servimos a Deus, nós nos tornamos santos.

Qualquer pessoa pode ser santa? Sim, qualquer pessoa. Isto é o que Deus espera de nós – de mim e de você. Ele disse, uma vez: "portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o Senhor vosso Deus" (Levítico 20.7). E o apóstolo Pedro manteve a mesma idéia ao dizer: "como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em todo o vosso procedimento" (I Pedro 1.15). Deus não iria exigir de nós algo que não pudéssemos fazer. Ele pede que sejamos santos porque ele sabe que podemos ser santos.

Mas, então, santos não são só aqueles homens e mulheres benditos que estão no céu junto a Deus? Não. Nós também somos santos, eu e você. É assim que o apóstolo Paulo se dirigia aos membros das Igrejas para as quais escrevia: aos romanos, ele disse " a todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados para serdes santos" (Romanos 1.7); aos coríntios, ele disse "à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para serem santos " (I Coríntios 1.2); aos efésios, ele disse "Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, aos santos que estão em Éfeso" (Efésios 1.1); e, assim, sucessivamente. Santo é todo aquele que reconhece Jesus Cristo como Senhor e Salvador .

No entanto, uma pergunta legítima pode ser feita: mas como posso ser santo, se eu erro tanto? Como posso ser santo, se eu peco tanto? A resposta é simples: a santidade surge de um processo, chamado santificação. Enquanto vivemos esta nossa vida, nós nos tornamos cada vez mais santos, aprendendo com nossos erros e acertos. Muitas vezes, nós pecamos. Mas, graças a Deus, podemos nos lembrar das palavras do apóstolo João: " Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo" (I João 2.1). É Jesus Cristo, nosso advogado diante do Pai, quem nos faz santos a cada dia.

Sendo assim, se você é um filho de Deus, salvo por Jesus Cristo, você já é um santo. E, se você já é um santo, então viva como um santo! Construa sua vida afastando-se do pecado e aproximando-se da vontade de Deus. Santifique seus passos, seus relacionamentos, seu trabalho, sua família. Seja um verdadeiro santo, porque é isto que Deus espera de nós.

Rev. Christian Bitencourt

Culto - 31 de maio

Encerrando o mês de festividades em nossa igreja, esteve pregando no culto vespertino neste domingo, dia 31 de maio o reverendo Ronaldo Cavalcante que faz parte do corpo de pastores da IP Butantã, doutor em Teologia Dogmática pela Universidade Pontifícia de Salamanca, na Espanha, esposo da psicóloga Miriam Mendonça que atualmente faz parte da equipe do PAP (Programa de Atendimento Psicológico) de nossa igreja, atendendo às quintas-feiras pela manhã. Agendamentos podem ser realizados direto na secretária de nossa igreja.




Rev. Ronaldo Cavalcante pregou na IPE

terça-feira, 2 de junho de 2009

III Festa das Nações

Aconteceu dia 30 de maio na Igreja Presbiteriana da Esperança a 3º edição da Festa das Nações. Veja as fotos mais de 60 fotos em SlideShow abaixo ou amplia em tela cheia aqui.



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CURTA AS CURTAS

Publicado no boletim nº 2449 de 31 de maio de 2009

BOAS RESPOSTAS BOAS EXPECTATIVAS
O mês de aniversário da IPE é só surpresa. E boa. As respostas da comunidade aos eventos especiais, aos desafios lançados e ao sentimento de festejar as bênçãos de Deus estão muito acima do que vimos até aqui nos anos anteriores. Que bom! Podemos sonhar, portanto com realizações ainda maiores.
“Quando o Senhor restaurou a nossa sorte... ficamos como quem sonha” Sl 126.1

FESTA MESMO!
Pelo terceiro ano consecutivo temos visto acontecer, por obra das nossas mãos a Festa das Nações – IPE em comemoração ao seu aniversário e em despertamento para a visão missionária da Igreja. Considerando que antes da festa já respondemos ao desafio missionário, no segundo domingo, p.p., podemos festejar aquilo que será realizado neste sábado e a vida de pessoas impactadas com a pregação do Evangelho que será viabilizada pelos recursos financeiros.
“Confirma, Senhor, as obras das nossas mãos. Sim, confirma” Sl. 90.17

MILAGRES EM NOSSO MEIO!
Deus multiplicou os pães mais uma vez. Ele multiplicou a pequena oferta do Conselho para os nossos convidados do Mês de aniversário e, cada um deles foi agraciado com pelo menos o dobro, além venda dos CDs. Ele multiplicou o número de pessoas nos cultos matutinos. É quase o dobro do que tínhamos no ano passado. Ele multiplicou o número de participantes dos GOLs da IPE, que já chega à soma de 60 pessoas, nos três grupos. Qual será a próxima multiplicação que vamos presenciar?

VAMOS AOS NÚMEROS!
O desafio da oferta de gratidão a Deus pelo de aniversário da Igreja, neste ano colocada em cada culto realizado, através dos envelopinhos azuis (média de 120,00 por evento), mais a oferta missionária do segundo domingo (670,00), já somam mais de 1.300,00, que foram encaminhados imediatamente para o apoio aos ministérios de irmãos que dedicam suas vidas ao serviço do Senhor. Ainda não acabou, e pode melhorar “Porque Deus ama a quem dá com alegria”

GOL! GOL! GOL!
Já pudemos perceber a mão do nosso Deus, operando em favor dos três Grupos de Oração no Lares, iniciados no mês de maio. Vimos que Deus está atento às orações que são feitas e registradas por cada grupo, e a cada semana há o relato de surpresas e respostas vindas de sua boa mão. “um coração abatido e contrito, Deus não despreza”

Rev. Marcelo Coelho

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Cultos - 24 de maio


Devido ao mês de aniversário de 51 anos da IPE, estamos em maio realizando dois cultos.
Neste dia 24 de maio, tivemos no culto matutino a presença do cantor e compositor Stênio Marcius que esteve louvando a Deus com repertório do seu mais recente CD com o título: “Canções à Meia Noite”.

Como pastor convidado pela manhã esteve o reverendo Marcos Serjo que dirige a Igreja Presbiteriana do município de Baixo Guandu, no Espírito Santo e é chefe de gabinete do Supremo Concílio da IPB. Ele ministrou na escola dominical para as classes Samuel e Débora e foi o pregador do culto matutino.

No culto da noite tivemos como pregador o rev. Augustus Nicodemus Lopes, chanceler da Universidade Mackenzie, pastor da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro e escritor, seu último livro publicado pela Editora Mundo Cristão tem o título: “O Que estão fazendo com a igreja” – são artigos originalmente escritos em seu blog O Tempora, O Mores.

Pr. Christian ora junto com o cantor Stênio Marcius

Cantor Stênio Marcius: Louvou a Deus no culto matutino

Reverendo Marcos Serjo ministrou aula na EBD e pregou no culto matutino



Coral infantil participou do culto vespertino


Participação especial do grupo Mulheres em Louvor


Reverendo Augustus Nicodemus Lopes pregou no culto vespertino

Vem ai ... III Festa das Nações

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